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IMPRONUNCIALISMO

IMPRONUNCIALISMO

21
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJECTO 10: O PROBLEMA MATEMÁTICO DO BEM E DO MAL

SAP2ii

Museu dos Objectos Matemáticos

 

Incorporação do OBJETO 10:

O PROBLEMA MATEMÁTICO DO BEM E DO MAL

THE MATHEMATICAL PROBLEM OF GOOD AND EVIL

John Horton Conway,1974, “The Angel Problem

 

1. O Mal (demónio) tem o poder de acrescentar infinitamente mais uma coisa. O Bem (anjo) tem o poder de saltar quaisquer coisas sem pousar nelas, infinitamente.

2. O Mal vence, se o Bem fôr incapaz de se mover. O Bem vence, se conseguir movimentar-se infinitamente.

3. Poderá o Bem (anjo) vencer este jogo?

4. “Can the Devil, who removes one square per move from an in-finite chessboard, strand the Angel, who can jump up to 1000 squares permove? It seems unlikely, but the answer is unknown. Andreas Blass and Ihave proved that the Devilcanstrand an Angel who’s handicapped in oneof several ways. I end with a challenge for the solution the general problem.” (J.H.Conway, 1996, “The Angel Problem”, Games of No Chance, MSRI Publications, Volume 29, 1996, Department of Mathematics, Princeton University).

5. O “Problema do Anjo” (em que Bem e Mal são um anjo e um demónio) é uma questão matemática formulada por John Horton Conway em 1974 (com desenvolvimentos em 1982 e 1996) no contexto da teoria dos jogos. Logo, circunscrita a um problema topológico (inscrito na Geometria).

6. O “Museu dos Objectos Matemáticos” pergunta aos Visitantes (e simultaneamente à ciência, e à teologia): --- O Bem e o Mal será um problema geométrico, de localização e movimento? Ou é um problema de “transformação” no sentido aristotélico (Organon, Categorias)?

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

21
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJETO 9: AUTÓMATO CELULAR DE CONWAY | JOGO DA VIDA

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Museu dos Objectos Matemáticos

 

Incorporação do OBJETO 9:

AUTÓMATO CELULAR DE CONWAY | JOGO DA VIDA

John Horton Conway, 1970

 

Uma das propriedades da Vida consiste em ser capaz de fazer cópias de si mesma (auto-organização). A tentativa de criar uma máquina capaz de fazer cópias de si mesma foi tentada na década de 1940 por John von Neumann.

John Horton Conway simplificou a máquina de von Neumann, e criou um autómato celular a que chamou “Jogo da Vida” (publicado pela primeira vez em outubro de 1970 na revista Scientific American). Contribuindo para o desenvolvimento de “jogos de simulação que recriam processos do mundo real, e estabelecem analogias com o comportamento dos organismos vivos e das sociedades. Atualmente, são usados para fazer simulações teóricas de sistemas de computadores que se comportem como um autómato celular (jogo da vida) de Conway.

NOTA:

  1. Atualmente a definição de Vida é: “…um sistema químico autónomo capaz de seguir uma evolução darwiniana, originado a partir de matéria inerte através de processos de auto-catálise (moléculas com a capacidade de criarem cópias de si mesmas) e de processos de auto-organização (moléculas com a capacidade de criarem espontaneamente estruturas mais complexas a partir de estruturas mais simples)” (Gerald Joyce, NASA, 1994/2013; Otto Sijbren, 4jan2016, Nature Chimestry).
  2. Em 25abril2014, a equipa de Markus Ralser (Markus A. Keller e Alexandra V. Turcyn), em “Non-enzymatic glycolysis and pentose phosphate pathway-like reactions in a plausible Archean ocean” (Nature /https://doi.org/10.1002/msb.20145228), afirmou ter descoberto o processo dessa “espontaneidade” (serendipidade) das reações metabólicas, aparentemente catalisadas por iões de ferro, logo, sem intervenção “exterior” ou “divina”. Apesar das dúvidas de Matthew Powner e Jack Szostak (ambos da Universidade de Harvard).
  3. Em 2016 foi apresentada a primeira “bactéria sintética, com genoma” (organismo vivo “JCVI-syn3A”) produzida em laboratório (JCVI: J.Craig Venter Institute)...”(...) scientists created a single-celled synthetic organism that, with only 473 genes, was the simplest living cell ever known. However, this bacteria-like organism behaved strangely when growing and dividing, producing cells with wildly different shapes and sizes”.
  4. Em 2021 foram identificados os sete genes que conseguem controlar o processo de divisão e crescimento desta bactéria sintética. (J.F. Pelletier, L. Sun, K.S. Wise, N. Assad-Garcia, B.J. Karas, T.J. Deerinck, M.H. Ellisman, A. Mershin, N. Gershenfeld, R.Y. Chuang, J.I. Glass and E.A. Strychalski. “Genetic requirements for cell division in a genomically minimal cell”. Cell.Published online March 29, 2021).

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

21
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJETO 5: PROBABILIDADE BAYES/LAPLACE

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Museu dos Objectos Matemáticos

http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/msg21295.html

 

Incorporação do OBJETO 5:

PROBABILIDADE BAYES/LAPLACE

Thomas Bayes 1760 / Pierre-Simon Laplace 1812

 

A fórmula de Thomas Bayes, depois modificada por Pierre-Simon Laplace, por vezes é considerada a “fórmula do limite da inteligência humana”.

Permite calcular, a priori, como a introdução de novas informações transformam a estimativa da probabilidade dos acontecimentos/fenómenos anteriormente realizada.

Assim sendo, em termos epistemológicos, o máximo em exatidão e quantificação que a atual inteligência humana consegue, acerca daquilo que a rodeia, é uma probabilidade de uma probabilidade.

Em termos da Patrimologia (estudo e gestão do Património) permite constatar que a Relevância e o Valor Patrimonial de um Objecto ficam sempre aquém daquilo que justificou a sua classificação, e aquém de todas as interpretações, narrativas e explicações que lhe foram dadas em cada época. Dando fundamento epistemológico à constituição da Patrimologia (enquanto ciência do Património).

 

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

21
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJECTO 4: ABSTRAÇÃO DE LANGLANDS

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Museu dos Objectos Matemáticos

http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/msg21294.html

 

Incorporação do OBJETO 4:

ABSTRAÇÃO DE LANGLANDS

Robert Langlands 1967

 

A fórmula de Robert Langlands por vezes é considerada a “fórmula do limite humano de abstração”.

Permite afirmar que os «objetos algébricos-geométricos» podem ser considerados «objetos puramente analíticos». Concretamente, que, as «estruturas da geometria algébrica associadas a uma representação através de um ‘grupo de Galois’» (Lgal) podem ser considerados «modelos/estruturas de análise do tipo das funções L associadas a formas automórficas (Laut»).

Assim sendo, em termos epistemológicos, a ‘Existência’ é sempre diferente do ‘Real’. O ‘Real’ é o máximo que a atual cognição humana consegue, no seu esforço para aceder à ‘Existência’ (fenomena). Logo, o que a ‘Existência’ é, inevitavelmente, não passa de uma equivalência (abstrata e forçada) com aquilo que se designa atualmente por ‘Real/Realidade/Objetividade/Evidência’.

Em termos da Patrimologia (estudo e investigação do Património) permite constatar, por exemplo, a correlação, quer das escolas estéticas da Arte quer das formas arquitetónicas produzidas no decorrer das épocas com as formas algébricas-geométricas das estruturas/objetos matemáticos considerados mais relevantes nessas épocas (veja-se essa correlação entre as formas arquiteturais e as obras-de-arte e as fórmulas de Pitágoras (a2+b2=c2), Newton (F=ma), Euler (eiÕ+1=0), ou Einstein (E=mc2).

Pedro Manuel-Cardoso

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

20
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJECTO 6: AMPLITUHEDRON

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Museu dos Objectos Matemáticos

http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/msg21263.html

 

Incorporação do OBJETO 6:

AMPLITUHEDRON

(Nima Arkani-Hamed 2013. Nature Physics 537-2016)

 

Insere-se na procura de uma teoria para a geometria do espaço (CFT’s, 3-D Ising model).

Permite codificar (e representar) Simetrias em ambientes quânticos. Logo, procurar a ordem na aparente desordem das partículas constituintes da matéria.

Contribuiu para tentar unificar a Relatividade Geral com a Mecânica Quântica.

Contribui para testar a equivalência [ER=EPR /Einstein-Rosen = Einstein-Podolski-Rosen] proposta em 2013 por Juan Maldacena e Leonard Susskind.

 

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

 

20
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJETO 1: DIAGRAMA DE FEYNMAN

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Museu dos Objectos Matemáticos

 

Incorporação do OBJETO 1:

DIAGRAMA DE FEYNMAN

 

Na mecânica quântica a probabilidade de colisão das partículas é representada através dos “diagramas de Feynman”. Esses diagramas permitem estabelecer a probabilidade dessas colisões a partir de um estado inicial (input de partículas) até ao estado final (output de partículas resultantes do impacto do input), e todos os estados intermédios.

A partir de 2010 os físicos descobriram que as “amplitudes” (probabilidades) descritas e calculadas pelos diagramas de Feynman correspondiam a uma certa classe de números (que a matemática designa por “período”).

Essa correspondência --- entre “amplitudes” da física e “períodos” da matemática --- permitiu estudar com mais facilidade as probabilidades dessas colisões quânticas. Mas também, estabelecer uma correspondência entre a dedução matemática e a indução experimental.

Trata-se de fundamentar com mais rigor experimental as deduções matemáticas relativas à descoberta de partículas e dos seus comportamentos não acedíveis pela observação humana empírica e sensorial.

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

20
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJETO 2: "NÓ DE CONWAY"

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Museu dos Objectos Matemáticos

 

Incorporação do OBJETO 2:

NÓ DE CONWAY

O "nó de Conway", um nó feito de 11 cruzamentos, descoberto por John Horton Conway (no contexto das suas pesquisas sobre “teoria dos grupos finitos”) foi resolvido por Lisa Piccirillo em 2020 [Piccirillo, Lisa (2020). "The Conway knot is not slice". Annals of Mathematics. 191(2): 581–591].

A “teoria dos nós” em matemática insere-se no estudo da Topologia. A diferença de um “nó matemático” para um «nó na vida real» reside no facto de as pontas serem unidas de tal forma que não podem ser desfeitas ou determinadas. Ou seja, um “nó matemático” é uma imersão de um círculo no espaço euclidiano tridimensional R3.

 

Pedro Manuel-Cardoso

 

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

20
Mar21

Museu dos Objectos Matemáticos. Incorporação do OBJECTO 3: FÓRMULA DA MATÉRIA

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Museu dos Objectos Matemáticos

http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/msg21293.html

 

Incorporação do OBJETO 3

FÓRMULA DA MATÉRIA

(Paul Dirac, 1928).

 

Permite calcular a evolução, aparição e desaparição de uma partícula elementar.

 

Pedro Manuel-Cardoso

[Post Scriptum: O “Museu dos Objetos Matemáticos” foi fundado em 6junho2020 por Pedro Manuel-Cardoso após a Conferência “Impronuncialismo 4”]

 

20
Mar21

Impronuncialismo e Arte: apresentação da obra “24 Artefactos Impronunciáveis”

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Impronuncialismo | unpronounceablism

 

24 Artefactos Impronunciáveis

 

1.Zrøglr – Artefacto de Ferro n.º7 - Manuel-Cardoso, Pedro. 1996 – ferro, aço, brómio, cobre, zinco e latão; 36x24cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1996/Cofragem do Ferro/7).

2.Zrĩplv – Artefacto de Ferro n.º12 - Manuel-Cardoso, Pedro. 1996 – ferro, aço, brómio, cobre, zinco e latão; 45x29cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1996/Cofragem do Ferro/12).

3.Zuwælt – Artefacto de Ferro n.º15 - Manuel-Cardoso, Pedro. 1996 – ferro, aço, brómio, cobre, zinco e latão; 54x22cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1996/Cofragem do Ferro/15).

4.Zkβaç – Artefacto de Ferro n.º19 - Manuel-Cardoso, Pedro. 1996 – ferro, aço, brómio, cobre, zinco e latão; 19,5x15cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1996/Cofragem do Ferro/19).

5.Zæβv – Artefacto de Ferro n.º8  Manuel-Cardoso, Pedro. 1998 – ferro, aço, brómio, cobre, zinco e latão; 30x20cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1998/Cofragem do Ferro/8).

6.Zløwrt – Artefacto de Ferro n.º13  Manuel-Cardoso, Pedro. 1998 – ferro, aço, cobre, zinco e latão; 27x24,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1998/Cofragem do Ferro/13).

7.Zgĩatl – Artefacto de Ferro n.º16  Manuel-Cardoso, Pedro. 1998 – ferro, aço, cobre, zinco e latão; 24x19,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1998/Cofragem do Ferro/16).

8.Zwøĩβ – Artefacto de Ferro n.º20  Manuel-Cardoso, Pedro, 1998 – ferro, aço, cobre, zinco e latão; 28x14,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.1998/Cofragem do Ferro/20).

9.Wjeyðq – Artefacto n.º4 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 30x10,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /4).

10.Wðeqjy – Artefacto n.º6 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 9x5,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /6).

11.Wyeqðj – Artefacto n.º8 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 6,5x3,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /8).

12.Wqjeyð – Artefacto n.º10 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 9,5x5,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /10).

13.Wöpvt – Artefacto n.º5 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 18,2x14cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /5).

14.W¢legk – Artefacto n.º7 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 14x13cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /7).

15.Wñœth – Artefacto n.º9 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 12x7cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /9).

16.Wüksý – Artefacto n.º11 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – aço e cobre puro, 20x8cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Des.Post.Ism.Ex.Beyond /11).

17.Yβk¢ – Artefacto n.º1 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – estanho, prata e cobre puro, 7x7,5cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Evp/1).

18.Pβk¢ – Artefacto n.º18 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – cobre, madeira, tecido, tinta-da-china e papel, 12x9cm (Oficina Zylĕch, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/18).

19.Pβk¢ – Artefacto n.º19 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – cobre, madeira, tecido, tinta-da-china e papel, 12x9cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/19).

20.Pβk¢ – Artefacto n.º20 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – cobre, madeira, tecido, tinta-da-china e papel, 12x9cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/20).

21.Pβk¢ – Artefacto n.º21 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – cobre, madeira, tecido, tinta-da-china e papel, 12x9cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/21).

22.Pβk¢ – Artefacto n.º22 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – cobre, madeira, tecido, tinta-da-china e papel, 12x9cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/22).

23.Dβk¢ – Artefacto n.º23 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – fio de metal, tinta-da-china e papel, 19x12cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/23).

24.Dβk¢ – Artefacto n.º24 - Manuel-Cardoso, Pedro. 2012 – fio de metal, tinta-da-china e papel, 19x12cm (Oficina Zylĕc, coleção Museu da Gestualidade, Inv.2012/Pzy/24).

 

Os «Artefactos Impronunciáveis Oficina Zylĕc» são.

Apenas.

São, no silêncio de si.

Estão para além da evidência, e permanecerão para além de cada fim individual ou coletivo. Antecedem o significado. E impossibilitam serem captados pelo pensamento.

O que os define ou representa talvez seja sempre uma ofensa que se lhes faz.

Todavia, o que mais se lhes aproxima, enquanto palavras ditas sobre eles, é serem relações. São muito mais relações do que coisas. Ou, de outro modo dito, o que vemos como coisas são relações. Relações entre as entidades que os habitam.

Tenham o nome que tiverem o que releva é estarem ligadas e comunicarem.

E isso ocorre muito antes dos Humanos terem aparecido. E disso sequer terem consciência.

Até poderão sentir, pensar, ou outras coisas atualmente impronunciáveis.

Há quem diga que essas entidades-partículas que habitam os «Artefactos Impronunciáveis Oficina Zylĕc» são todas heterónimos de um Mesmo.

Quem sabe, se partilham connosco o mesmo desejo de neguentropia?

 

LX-Factory|Lisbon

2012

Pedro Manuel-Cardoso

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